13 Diferenças Da Alta Do BITCOIN De 2017 Para A De 2020

O Bitcoin está muito próximo do seu topo histórico de US$ 20 mil, atingido em dezembro de 2017.

Entretanto, o mundo do Bitcoin e a criptomoeda em si está bastante diferente de 3 anos atrás.

Muita coisa mudou, trazendo mais maturidade, mais qualidade para o BTC e mais aceitação pelo público, incluindo o mercado financeiro tradicional.

É provável que estejamos entrando em uma nova era para o Bitcoin.

Então, nesse vídeo, falo sobre as 13 diferenças da alta do Bitcoin de 2017 para a alta de 2020.

1. Hashrate

Hashrate é o poder computacional da rede do Bitcoin. Representa a velocidade que os mineradores conseguem processar dados para minerar os blocos de transações.

Em dezembro de 2017, a estimativa do hasrate girava em torno de 14 milhões de THS e agora está em 141 milhões de THS.

Ou seja, o poder computacional da rede mutiplicou por mais de 10 vezes.

Isso significa que o Bitcoin é o maior projeto computacional do planeta, em termos de poder de processamento de dados.

Por conta disso, a rede a rede do Bitcoin está ainda mais segura e inviolável, pois não existe um computador (ou um conjunto de computadores) no mundo com capacidade para invadir e alterar qualquer informação na Blockchain.

2. Dólar

O dólar estava em torno de R$ 3,30 quando atingiu seu topo histórico, em 2017. Agora, está negociando em torno de 5,40.

Enquanto BTCUSD estava em US$ 20 mil, BTCBRL chegou em R$ 70 mil.
Agora, com o BTCUSD atingindo o mesmo patamar, o BTCBRL pode marcar os R$ 108 mil, considerando a cotação de 5,40 R$/US$.

Além da proteção contra a inflação e as pedaladas moentárias dos maiores bancos centrais do mundo, o Bitcoin protegeu também o investidor brasileiro contra a depreciação do Real.

3. Mudança de público

O Google Trends marcou o topo de buscas em 2017 pelo termo “bitcoin” no índice que vai de 0 a 100.

Agora, mesmo próximo do topo histórico, o mesmo termo está marcando o nível 22, na mesma escala.

Isso indica que o movimento de alta atual, provavalmente não está sendo puxado pelo público de varejo. É de se imaginar a maior parte dos compradores atuais sejam mais experientes e profissionais, trazendo uma maior qualidade para o movimento.

4. Fluxo institucional

Junto a isso, observamos um maior fluxo institucional para o Bitcoin.

Muitas empresas com ações listadas em bolsas estão abraçando a principal criptomoeda e comprando para manter em caixa.

Além disso, grandes investidores, empresários e bilionários conhecidos estão indo a público seja em apoio ao Bitcoin, seja para declarar que possui ou comprou Bitcoins recentemente.

5. Entrada do Mainstream

Esse começou forte em 2019, mas se intensificou em 2020. Vimos alguns indícios da entrada do mainstream do bitcoin, como os seguintes:

  • Chegada do Paypal com 346 milhões de clientes e 26 milhões de comerciantes.
  • Empresas de custódia como Fidelity Digital Assets e Coinbase Custody oferecendo serviços de guarda de Bitcoin e outras criptomoedas.
  • Bancos americanos estão sendo autorizados a serem custodiantes de ativos digitais

Ou seja, o mundo mainstream está cada vez mais encarando o bitcoin como uma alternativa real aos problemas do sistema financeiro global e também como uma reserva de valor.

6. Oferta monetária global

A oferta monetária do Federal Reserve (Fed), medida pelo M2 subiu mais de 37% desde 2017.

Isso significa que, nos últimos 3 anos, a base monetária aumentou mais de 1/3 com relação a todo o estoque anterior. É um volume absurdo em tão pouco tempo.

Os balanços dos maiores bancos centrais do mundo subiram cerca de 8 trilhões de dólares desde 2017.

Quanto menos escassaz se tornam as moedas fiduciárias, mais valor o Bitcoin tende a ter com relação a elas, já que este é escasso.

7. Profissionalização do mercado

No bull run de 2017, o mercado de criptomoedas ainda estava imaturo.

Hoje, no entanto, o setor está mais profissional. Há uma vasta gama de produtos, tanto de investimento quanto de custódia, voltadas para os investidores de caráter mais institucional ou puramente tradicional como serviços de hedge, mercado de opções, mercados futuros, crédito com criptomoedas, dentre outros.

8. Mais retiradas das exchanges

Quanto maior é o fluxo de Bitcoin para as exchanges, maior é a tendência de queda. Isso ocorre porque são maiores as chances de os investidores estarem tirando bitcoins de suas wallets porque desejam vender.

O contrário também é verdade. Quando há um fluxo maior de retiradas de bitcoins das exchanges, isso significa que esses investidores não pretendem vender a criptomoeda no curto prazo.

Em momentos de picos anteriores de preços, o volume de Bitcoins enviados para exchanges geralmente subiu, indicando que as pessoas queriam vender nos momentos de alta.

Agora, o movimento é inverso. Estão saindo mais Bitcoins das exchanges, mesmo com o preço próximo do seu topo histórico.

Isso indica uma probabilidade de os investidores estarem confiando em uma alta ainda maior nos preços.

9. Surgimento de fundos de investimentos em Criptos no Brasil e no mundo

Tanto no Brasil como no resto do mundo surgiram gestoras de recursos oferecendo fundos de investimento em Bitcoin e outras criptomoedas.

Isso representa uma nova alternativa para investidores institucionais que querem investir, mas se preocupam com a custódia e também para investidores pessoas físicas que não tem muita familiaridade com o mundo das criptomoedas.

10. Menos alternativas de investimentos

Com o advento da crise financeira de 2020, as taxas de juros ficaram ainda mais baixas ao redor do mundo (em alguns casos, negativas) e as bolsas de valores estão sendo consideradas caras por muitos analistas.

Com um leque menor de boas oportunidades no mundo dos investimentos, o Bitcoin tem se tornado uma alternativa atraente a muitos investidores.

11. Enfoque da mídia

Em 2017, o foco da mídia era mais voltado para as manias, bolhas, golpes, esquemas de pirâmide.

Hoje em dia, o foco é totalmente outro e mais positivo.

Recentemente, o CEO do Paypal falou em rede nacional de televisão sobre o Bitcoin, de forma positiva. Isso não só era impensável há 3 anos atrás, como o discurso, em geral, era totalmente o contrário.

12. Volume de carteiras com saldo

Segundo a Glassnode, o volume de carteiras (wallets) com saldo diferente de zero passou de mais de 32,5 milhões, atingindo um novo recorde.

Em comparação com 2017, quando o número era de 28 milhões, houve um crescimento de mais de 16%.

Não é possível saber quantas pessoas no mundo possuem Bitcoin, mas o número de carteiras é uma aproximação para medirmos a adesão da criptomoeda.

Mesmo que uma pessoa possa ter mais de uma carteira, podemos ver uma tendência de crescimento no número de participantes desse mercado, alimenteando um Efeito Rede.

Quando maior é o número de usuários de um produto, bem ou serviço, maior tende a ser o valor daquele bem.

13. Maior valor de mercado

Em dezembro de 2017, o valor de mercado do bitcoin atingiu o marco de US$ 330 bilhões.

Esse recorde foi quebrado neste ano, quando ultrapassou os US$ 355 bilhões — lembrando atualmente que há mais bitcoins em circulação.

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~Guilherme Lacerda.